Em modo fim de semana


Tapar o sol com a peneira


Tapar o sol com a peneira. Começa mais um ano lectivo e mais uma vez a política do livro mantém-se subjugada aos interesses políticos e económicos.  

Sem réstia de esperança. 

A Câmara de Tavira distribui livros escolares (cujos critérios para aqui não interessam) tal como o fazem dezenas de outras autarquias. 

Além da concorrência desleal às livrarias que investiram no livre mercado, esconde-se o essencial porque assim os políticos o querem. 

Todos os anos o ministério da educação altera os livros em todos os ciclos (por vezes em questões de pormenor) obrigando as famílias a gastarem rios de dinheiro para enriquecer políticos e lobbies. Alteram-se os livros muitas vezes sem alterações nos programas.  

Em suma. Tudo uma cambada.

Nesta matéria esquecem-se de olhar para a querida Finlândia, a menina exemplo na educação para alguns. 

Esqueci-me de dizer. Tenho 4 filhos. Há quem tenha mais e há quem tenha menos. A todos custa.

Aqui ao lado


As imagens valem o que valem. Cada um as situa no contexto social, político ou económico em que se sente mais confortável. 

Todavia, uma imagem continua a valer muitas vezes bem mais do que um livro.

Aqui, independentemente das circunstâncias e daquilo que cada um pensa, nada explica esta desumanidade. Nada. 

Assim vamos. No médio oriente, no nosso mar do meio. 

Newsletter Fevereiro 16


http://eepurl.com/bP6Xrn

Loucuras 


img_2193-1 
Este “rapazinho” kim Jong-Un, que brinca às bombas e leva um povo à total miséria com a neutralidade da chamada comunidade internacional, nasceu neste dia em 1983. Por cá há quem aplauda.

Coreia do Norte.

 

Esquizofrênicos 


Independentemente da cor política , não há pachorra e futuro para este pequeno Portugal com menos habitantes que muitas cidades desse mundo fora. Não nós entendemos e a culpa não é do acordo ortográfico. 
Um determinado governo promove legislação e executa medidas da mais diversa natureza. No âmbito do Investimento, da Fiscalidade, da Educação, do Turismo, da Gestão territorial, etc. 

As medidas, boas ou menos boas, carecem de ser implementadas e monitorizadas por forma a sabermos a real valia das mesmas para o conjunto da sociedade. Só assim somos responsáveis e podemos tirar minimamente conclusões.
Sucede é que nestes últimos quase 50 anos não há coisa que dure. Ninguém pensa e executa com vista larga. É tudo a curto prazo e no real interesse da sua cor e bolso.
Um governo faz. 

Entra outro governo e quase tudo altera

Entrará mais tarde um outro e tudo será novamente mexido. 
Temos o Portugal que merecemos. À medida da mediocridade da generalidade dos políticos que nos têm governado e os culpados somos somente nós. Ninguém tem a mínima ideia para onde vamos. A mínima. 

Não há país que resista a estes devaneios. 

Por isso seremos sempre pobres e em breve também infelizes. 

  

Assim a vai a política internacional. Fonte: Independent.co.uk


image

Solidariedade e europa


A Europa, de uma forma geral e ainda que a história nos apresente exemplos diversos, é uma espaço de tolerância, liberdade e bem estar, por mais defeitos que possam apontar. Por isso somos um dos centros do planeta. Por esse motivo nos procuram também os refugiados/vítimas de África e médio oriente. Entre estes, como sempre e em todo o lado, aceito que possa existir gente ruim e que nos queira mal. Todavia, esse não é o cerne da questão. Neste assunto como em todos os outros e como em tudo na vida, temos que saber dar o exemplo. Nunca sabemos quando poderá ser a nossa vez. Sim. Eu sou capaz de acolher refugiados, sejam crianças ou um casal. De modo temporário porque também tenho que fazer pela vida e isto não está fácil. Tudo o resto que se possa escrever contra isto ou este estado de espírito, não me merece consideração. Ainda que aceite. Não há pior miséria do que a miséria da solidariedade.image


  

Perdão


Momento (1953) em que os credores (incluindo a Grécia) perdoavam a dívida da Alemanha na sequência da segunda guerra mundial. Há momentos assim.